Ver como se faz
Cinco percursos curtos, um por cada ecrã que se abre todos os dias. São gravados do produto a correr, e não desenhados: o que vê aqui é o que vai ver no seu computador.
Não têm som. São para ver com o produto aberto ao lado, e repetir enquanto faz.
Fazer uma venda ao balcão
Do ponto de venda fechado até à fatura-recibo na mão do cliente. É o percurso que uma loja faz cem vezes por dia.

O que reparar: o total soma-se à medida que os artigos passam, e o botão de pagar só acende quando há alguma coisa no carrinho. Ao confirmar sem escrever o valor entregue, o produto assume que foi o valor certo, que é o caso do multicaixa.
Criar um artigo no catálogo
Um artigo tem de existir no catálogo antes de se poder vender.

O que reparar: o SKU é único por empresa. Dois artigos com o mesmo SKU são o mesmo artigo duas vezes, e o inventário conta metade em cada um. A taxa de IVA vem a 14%, que é a geral em Angola.
Dar entrada de existências
Um artigo no catálogo não é um artigo na prateleira.

O que reparar: o motivo é obrigatório, e não é burocracia. Um ajuste sem motivo é uma quebra que ninguém explica, e é a primeira coisa que se procura quando o inventário não bate certo daqui a seis meses.
Criar um cliente
Precisa de um cliente para vender a crédito, ou para pôr o NIF dele na fatura.

O que reparar: uma empresa tem sempre de ter NIF; um particular pode não ter, e é o caso de quem compra ao balcão. O limite de crédito a zero quer dizer que não leva nada fiado.
Exportar o SAF-T do mês
O ficheiro que se entrega à AGT.

O que reparar: o aviso que está na página. A estrutura segue o SAF-T da OCDE, e a homologação do software pela AGT ainda não aconteceu. Até lá, este ficheiro serve para conferir números, e não para entregar. Quando a homologação sair, o aviso sai com ela.
Não encontrou o que procurava
Diga-nos: suporte@aduela.net. Os percursos que faltam escrevem-se a partir do que as pessoas perguntam, e não do que nós achamos que é difícil.